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Lançamento

Arquivado em: Geral incluído por Guilherme Malzoni Rabello
Data do post: 28 de novembro de 2008

Esperamos todos vocês lá!


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Dicta&Contradicta No.2

Arquivado em: Geral incluído por Guilherme Malzoni Rabello
Data do post: 25 de novembro de 2008

É exatamente isto que vocês estão pensando: nesse momento o No.2 da Dicta&Contradicta está na gráfica. Como prometido, seis meses depois do lançamento do No. 1, lançaremos no dia 8 de dezembro o nosso No. 2. Fizemos tudo que podíamos para que esse número ficasse melhor que o primeiro, daqui a pouco vocês poderão julgar se conseguimos.

Por enquanto, posso informar que a revista já esá disponível para pré-venda na Livraria Cultura. Mas esperem que nos próximos dias o blog terá novidades: afinal vocês precisam ser devidamente convidados para o lançamento…


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Vocês não podem perder…

Arquivado em: Geral incluído por Martim Vasques da Cunha
Data do post: 24 de novembro de 2008

 - … o lançamento do livro de Érico Nogueira, O Livro de Scardanelli, publicado pela É Realizações, no dia 03 de dezembro, quarta-feira, a partir das 19h, na Rua França Pinto, 498, Vila Mariana. O jabá aqui não corre só porque Érico é o editor executivo do segundo número da Dicta&Contradicta (que já está prontinha – aguardem, aguardem…); é também porque Érico é, de fato, um excelente poeta, que escreve em versos, sabe fazê-los e conhece poesia como poucos. Além disso – já que no Brasil o talento só é comprovado com esse elemento acidental chamado “prêmio literário” – ganhou o Prêmio Governo de Minas Gerais na categoria de Melhor Livro de Poesia do ano.

- … o fantástico show de Cida Moreira e André Frateschi sobre o cancioneiro de Tom Waits, intitulado apropriadamente Canções para se cortar os pulsos – A Música de Tom Waits. O local é o Teatro Décio de Almeida Prado, localizado na Rua Cojubá, 45, Itaim Bibi e a entrada é franca (o que significa que você deve chegar com uma hora de antecedência para pegar uma senha e ter um lugar decente). Para quem não sabe, Tom Waits é um dos maiores compositores de todos os tempos, praticamente ignorado no Brasil e é sempre um prazer ver dois brasileiros cantarem o “bardo rouco” com qualidade e entusiasmo.

- … este texto sensacional de William Deresiewicz escrito para o The Nation a respeito da empulhação que um crítico como James Wood pode significar em nossa cultura atual.

- e, por fim, comemorem o nascimento de John Milton, o poeta inglês que criou Paradise Lost, a partir deste artigo da The Weekly Standard.


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Justiça Social VS. Elitismo Linguístico

Arquivado em: Educação incluído por Joel Pinheiro
Data do post: 11 de novembro de 2008

Vivemos num mundo desigual. Uns têm tudo, outros nada. Uns sabem muito, outros muito pouco.

Se valorizamos a justiça social, precisamos corrigir tais desigualdades. No caso do dinheiro, é fácil: basta tirar de quem tem e dar a quem não tem. Se isso fosse feito até igualar as rendas, chegaríamos à utopia.

Com o conhecimento, o problema é mais difícil, pois não é algo que possa ser tirado dos cultos e dado aos ignorantes. Além disso, é muito difícil, até impossível, dar a todos uma educação excelente (e cabe perguntar: “excelente” segundo os valores de quem? Por acaso existem verdades superiores e inferiores?). Por isso, a melhor saída é, obviamente, obrigar os mais eruditos a falar e escrever (e portanto pensar) como se fossem semi-analfabetos.

É com o bem-estar social e a cura das desigualdades em mente que autoridades locais inglesas vêm proibindo o uso de diversas expressões latinas elitistas, de difícil compreensão, como vice-versa, via e et cetera, por seus funcionários.

Alguns professores de línguas clássicas, decerto infectados pelo elitismo esnobe vitoriano e preconceitos medievais, protestaram contra a medida. Mas os que a defendem contam com bons argumentos: muitos habitantes da Inglaterra têm o inglês como segunda língua; outros, apesar de ingleses, mal sabem ler, e não dominam as nuances afetadas da língua latina. É muito provável que confundam a expressão latina eg (”por exemplo”), com o termo inglês egg (”ovo”), ainda mais dada a semelhança de sentido entre os dois.

Leia mais sobre essa importante vitória do povo inglês contra a opressão lingüística aqui.


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Vladimir Soloviev tinha razão…

Arquivado em: Geral incluído por Martim Vasques da Cunha
Data do post: 5 de novembro de 2008

“The Future”

Leonard CohenGive me back my broken night
my mirrored room, my secret life
it’s lonely here,
there’s no one left to torture
Give me absolute control
over every living soul
And lie beside me, baby,
that’s an order!
Give me crack and anal sex
Take the only tree that’s left
and stuff it up the hole
in your culture
Give me back the Berlin wall
give me Stalin and St Paul
I’ve seen the future, brother:
it is murder.

 

Things are going to slide, slide in all directions
Won’t be nothing
Nothing you can measure anymore
The blizzard, the blizzard of the world
has crossed the threshold
and it has overturned
the order of the soul
When they said REPENT REPENT
I wonder what they meant
When they said REPENT REPENT
I wonder what they meant
When they said REPENT REPENT
I wonder what they meant

You don’t know me from the wind
you never will, you never did
I’m the little jew
who wrote the Bible
I’ve seen the nations rise and fall
I’ve heard their stories, heard them all
but love’s the only engine of survival
Your servant here, he has been told
to say it clear, to say it cold:
It’s over, it ain’t going
any further
And now the wheels of heaven stop
you feel the devil’s riding crop
Get ready for the future:
it is murder.

There’ll be the breaking of the ancient
western code
Your private life will suddenly explode
There’ll be phantoms
There’ll be fires on the road
and the white man dancing
You’ll see a woman
hanging upside down
her features covered by her fallen gown
and all the lousy little poets
coming round
tryin’ to sound like Charlie Manson
and the white man dancin’

Give me back the Berlin wall
Give me Stalin and St Paul
Give me Christ
or give me Hiroshima
Destroy another fetus now
We don’t like children anyhow
I’ve seen the future, baby:
it is murder


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Sobre os urinóis

Arquivado em: Artes plásticas, Filosofia incluído por Julio Lemos
Data do post: 3 de novembro de 2008

Se qualquer coisa pode ser tida como arte – e é essa a provocação lançada por Duchamp no século passado -, então não há mais qualquer base para o julgamento estético. Esse argumento, diz Roger Scruton, costuma ser imediatamente aceito porque “parece emancipar as pessoas do fardo da cultura, dizendo-lhes que todas aquelas veneráveis obras primas podem ser ignoradas impunemente”.

Tente ler impunemente Art, Beauty, and Judgement


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