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	<title>Comentários sobre: A arquitetura da tirania</title>
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	<description>Leituras interessantes e bases para a formação cultural</description>
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		<title>Por: Pablo</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/a-arquitetura-da-tirania/comment-page-1/#comment-3508</link>
		<dc:creator>Pablo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 23:36:28 +0000</pubDate>
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		<description>É só comparar uma foto antiga de qualquer cidade com uma contemporânea. A humanidade não construía cidades feias, isso era uma idéia que simplesmente não existia. Isso se deve a Le Corbusier.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É só comparar uma foto antiga de qualquer cidade com uma contemporânea. A humanidade não construía cidades feias, isso era uma idéia que simplesmente não existia. Isso se deve a Le Corbusier.</p>
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		<title>Por: Maria Amélia</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/a-arquitetura-da-tirania/comment-page-1/#comment-3467</link>
		<dc:creator>Maria Amélia</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 01:45:41 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Martim e demais comentaristas,

primeiramente, vale a pena, sim, ler o artigo do City Journal.
Principalmente, por se tratar de texto escrito por um &quot;não-arquiteto&quot;. Daí, já creio, haver mérito e glória indiscutíveis.&#039;
Concordo com Joel Pinheiro, é incauto fazer tábula rasa da arquitetura moderna.
Há naquela um conteúdo tentativo de compreensão de um mundo urbano surpreendente, de aglomerações humanas desprovidas de significado cultural claro e de relações econômico-produtivas relativamente inéditas que pontuam o final do século XIX e o início do século XX, e que se tornam objeto da reflexão da arquitetura. Disciplina esta que, até pouco antes, não se aprendia que não na prática dos canteiros. Just in time.
A cidade já pode ser considerada antiga, embora as grandes aglomerações industriais (e as recentíssimas metrópoles globalitárias) não.
Parece-me fundamental discutir arquitetura, revisitar as suas (poucas) teorias fundantes. Principalmente porque o desafio, material e concreto (permitam-me o jogo de palavras) é real.
Nossas cidades, brasileiras e alhures, estão extensamente doentes.
Quiçá soluções prescritivas venham realmente a surgir de uma multiplicidade de leituras.
E não somente da mente dos arquitetos.

p.s. - sou profissional de arquitetura.
p.p.s. - o hotel Unique faz uma brincadeira visual, simulando uma física inexistente, assegurada por recursos tecnológicos da construção (estrutura). Até aí, nada de novo, mas eficaz. Nos espaços interiores, resoluções competentes para o fim a que se destinam. É até provável que gostem e se divirtam com essas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Martim e demais comentaristas,</p>
<p>primeiramente, vale a pena, sim, ler o artigo do City Journal.<br />
Principalmente, por se tratar de texto escrito por um &#8220;não-arquiteto&#8221;. Daí, já creio, haver mérito e glória indiscutíveis.&#8217;<br />
Concordo com Joel Pinheiro, é incauto fazer tábula rasa da arquitetura moderna.<br />
Há naquela um conteúdo tentativo de compreensão de um mundo urbano surpreendente, de aglomerações humanas desprovidas de significado cultural claro e de relações econômico-produtivas relativamente inéditas que pontuam o final do século XIX e o início do século XX, e que se tornam objeto da reflexão da arquitetura. Disciplina esta que, até pouco antes, não se aprendia que não na prática dos canteiros. Just in time.<br />
A cidade já pode ser considerada antiga, embora as grandes aglomerações industriais (e as recentíssimas metrópoles globalitárias) não.<br />
Parece-me fundamental discutir arquitetura, revisitar as suas (poucas) teorias fundantes. Principalmente porque o desafio, material e concreto (permitam-me o jogo de palavras) é real.<br />
Nossas cidades, brasileiras e alhures, estão extensamente doentes.<br />
Quiçá soluções prescritivas venham realmente a surgir de uma multiplicidade de leituras.<br />
E não somente da mente dos arquitetos.</p>
<p>p.s. &#8211; sou profissional de arquitetura.<br />
p.p.s. &#8211; o hotel Unique faz uma brincadeira visual, simulando uma física inexistente, assegurada por recursos tecnológicos da construção (estrutura). Até aí, nada de novo, mas eficaz. Nos espaços interiores, resoluções competentes para o fim a que se destinam. É até provável que gostem e se divirtam com essas.</p>
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		<title>Por: Joel Pinheiro</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/a-arquitetura-da-tirania/comment-page-1/#comment-3452</link>
		<dc:creator>Joel Pinheiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 00:14:44 +0000</pubDate>
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		<description>Le Corbusier era totalitário mesmo. Mas até nele devo reconhecer que vejo, ocasionalmente, uma beleza. Aquele jardim de concreto, ok, não é um jardim, mas não deixa de ter algo de belo (talvez seja só o efeito da foto; já estive em muitos outros &quot;jardins&quot; de concreto modernista e o sentimento foi de pura desolação).

E quem vai negar que a arquitetura da Paris Napoleônica também era totalitária? A Champs Elysée, as grandes avenidas abertas, o arco do triunfo, as grandes praças vazias com grandes monumentos; sinceramente nunca gostei muito deles, mas há muita gente que os considera o que há de mais bonito em Paris.

Quanto à arquitetura moderna, há muita coisa de que gosto e que é, sem dúvida, muito superior às imitações de gótico, imitação de Tudor, imitação de neoclássico, imitação de colonial que se vê por aí.

Há beleza na arquitetura moderna; casas de sonhos. (a foto 9 do link do Fileleno, por exemplo, não desgosto).

Mas sim: o hotel melancia do Ruy Othake é meio bizarro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Le Corbusier era totalitário mesmo. Mas até nele devo reconhecer que vejo, ocasionalmente, uma beleza. Aquele jardim de concreto, ok, não é um jardim, mas não deixa de ter algo de belo (talvez seja só o efeito da foto; já estive em muitos outros &#8220;jardins&#8221; de concreto modernista e o sentimento foi de pura desolação).</p>
<p>E quem vai negar que a arquitetura da Paris Napoleônica também era totalitária? A Champs Elysée, as grandes avenidas abertas, o arco do triunfo, as grandes praças vazias com grandes monumentos; sinceramente nunca gostei muito deles, mas há muita gente que os considera o que há de mais bonito em Paris.</p>
<p>Quanto à arquitetura moderna, há muita coisa de que gosto e que é, sem dúvida, muito superior às imitações de gótico, imitação de Tudor, imitação de neoclássico, imitação de colonial que se vê por aí.</p>
<p>Há beleza na arquitetura moderna; casas de sonhos. (a foto 9 do link do Fileleno, por exemplo, não desgosto).</p>
<p>Mas sim: o hotel melancia do Ruy Othake é meio bizarro.</p>
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	<item>
		<title>Por: Eduardo</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/a-arquitetura-da-tirania/comment-page-1/#comment-3448</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 18:18:14 +0000</pubDate>
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		<description>Fileleno, quanto à imagem 3, eu concordo, mas o que diz sobre a foto 7, as fotos 9 e 10, desculpe, mas não compartilho. Imagino que já deve ter visto o Hotel Unique de perto, não? Ele da escala humana é bastante bonito, enquanto que essa foto apresenta uma visão não compartilhada por todos... 
As fotos 9 e 10 também me parecem uma opção estética que pode ser pouco funcional a princípio, mas que não comprometem de forma alguma os pontos que você ressalta. Os bancos apresentados não necessariamente põe as pessoas de costas, e se para conversar teríamos que por bancos uns de frente para os outros, acredito que a área útil de passeio em nossas praças seria bastante reduzida, já que cada banco teria que ter um gêmeo em frente... 
Enfim, acho que a demonização da arquitetura moderna está um pouco exagerada. Se dissessem que ela tem problemas, ok, mas que ela é o mal da humanidade...disconfio disso... E nenhum dos textos me convenceu disso da mesma maneira...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fileleno, quanto à imagem 3, eu concordo, mas o que diz sobre a foto 7, as fotos 9 e 10, desculpe, mas não compartilho. Imagino que já deve ter visto o Hotel Unique de perto, não? Ele da escala humana é bastante bonito, enquanto que essa foto apresenta uma visão não compartilhada por todos&#8230;<br />
As fotos 9 e 10 também me parecem uma opção estética que pode ser pouco funcional a princípio, mas que não comprometem de forma alguma os pontos que você ressalta. Os bancos apresentados não necessariamente põe as pessoas de costas, e se para conversar teríamos que por bancos uns de frente para os outros, acredito que a área útil de passeio em nossas praças seria bastante reduzida, já que cada banco teria que ter um gêmeo em frente&#8230;<br />
Enfim, acho que a demonização da arquitetura moderna está um pouco exagerada. Se dissessem que ela tem problemas, ok, mas que ela é o mal da humanidade&#8230;disconfio disso&#8230; E nenhum dos textos me convenceu disso da mesma maneira&#8230;</p>
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		<title>Por: Fileleno</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/a-arquitetura-da-tirania/comment-page-1/#comment-3442</link>
		<dc:creator>Fileleno</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 19:52:16 +0000</pubDate>
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		<description>Por coincidência, hoje no UOL saiu isso aqui:

http://estilo.uol.com.br/album/ruy_othake_livro_album.jhtm?abrefoto=1

Chamo a atenção em particular para a foto 3, que ilustra como a arquitetura moderna produz edifícios que destróem totalmente a harmonia com os edifícios antigos e tradicionais existentes nas vizinhanças; a foto 7, que dá um exemplo de como a arquitetura moderna chega a ser francamente risível em seu mau-gosto; e as fotos 9 e 10, que ilustram casas que não são feitas para a sociabilidade humana normal: os bancos põem as pessoas de costas umas para as outras em vez de aproximá-las e o desenho das janelas e paredes consagra a irregularidade assimétrica como padrão e norma da vida mental dos moradores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por coincidência, hoje no UOL saiu isso aqui:</p>
<p><a href="http://estilo.uol.com.br/album/ruy_othake_livro_album.jhtm?abrefoto=1" rel="nofollow">http://estilo.uol.com.br/album/ruy_othake_livro_album.jhtm?abrefoto=1</a></p>
<p>Chamo a atenção em particular para a foto 3, que ilustra como a arquitetura moderna produz edifícios que destróem totalmente a harmonia com os edifícios antigos e tradicionais existentes nas vizinhanças; a foto 7, que dá um exemplo de como a arquitetura moderna chega a ser francamente risível em seu mau-gosto; e as fotos 9 e 10, que ilustram casas que não são feitas para a sociabilidade humana normal: os bancos põem as pessoas de costas umas para as outras em vez de aproximá-las e o desenho das janelas e paredes consagra a irregularidade assimétrica como padrão e norma da vida mental dos moradores.</p>
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		<title>Por: Igor</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/a-arquitetura-da-tirania/comment-page-1/#comment-3434</link>
		<dc:creator>Igor</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 14:19:24 +0000</pubDate>
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		<description>O Gustavo Corção, já nos anos 40/50, dizia o mesmo. E apresentava razões técnicas para não construir Brasília, no que errou: A aberração estética é pior.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Gustavo Corção, já nos anos 40/50, dizia o mesmo. E apresentava razões técnicas para não construir Brasília, no que errou: A aberração estética é pior.</p>
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		<title>Por: gonçalves</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/a-arquitetura-da-tirania/comment-page-1/#comment-3426</link>
		<dc:creator>gonçalves</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:24:24 +0000</pubDate>
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		<description>Corbusier foi um dos grandes propagadores da mentalidade revolucionária, tão em voga na primeira quadra do século XX. Sua proposta de reengenharia social, por meio da arquitetura e do urbanismo, era - e ainda é - um disparate. Sobraram algumas soluções plásticas, essas sim, de inegável beleza.

Gonçalves</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Corbusier foi um dos grandes propagadores da mentalidade revolucionária, tão em voga na primeira quadra do século XX. Sua proposta de reengenharia social, por meio da arquitetura e do urbanismo, era &#8211; e ainda é &#8211; um disparate. Sobraram algumas soluções plásticas, essas sim, de inegável beleza.</p>
<p>Gonçalves</p>
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		<title>Por: Lucas Milher</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/a-arquitetura-da-tirania/comment-page-1/#comment-3415</link>
		<dc:creator>Lucas Milher</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 22:49:22 +0000</pubDate>
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		<description>Não gostei do artigo. Dizer que algo é feio e não dizer porque é feio não me diz muita coisa. Até acho que seja feio mesmo, não sempre. Mas tais questões valorativas carecem de serem aprounfadadas com argumentos, e sempre vejo uma iniciativa de ódio contra alguns símbolos... paciência.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não gostei do artigo. Dizer que algo é feio e não dizer porque é feio não me diz muita coisa. Até acho que seja feio mesmo, não sempre. Mas tais questões valorativas carecem de serem aprounfadadas com argumentos, e sempre vejo uma iniciativa de ódio contra alguns símbolos&#8230; paciência.</p>
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		<title>Por: Eduardo</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/a-arquitetura-da-tirania/comment-page-1/#comment-3413</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:35:00 +0000</pubDate>
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		<description>E, além disso, já teve um artigo pra revista tratando mais ou menos do assunto, ou estou enganado? (podia não ser diretamente sobre o Le Corbu, mas que cutucava ele, isso sim...)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E, além disso, já teve um artigo pra revista tratando mais ou menos do assunto, ou estou enganado? (podia não ser diretamente sobre o Le Corbu, mas que cutucava ele, isso sim&#8230;)</p>
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		<title>Por: Vinícius</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/a-arquitetura-da-tirania/comment-page-1/#comment-3412</link>
		<dc:creator>Vinícius</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 16:41:46 +0000</pubDate>
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		<description>Pelo menos dessa vez não foi só argumento ad hominem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos dessa vez não foi só argumento ad hominem.</p>
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