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	<title>Comentários sobre: As conseqüências políticas e morais da pornografia</title>
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	<description>Leituras interessantes e bases para a formação cultural</description>
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		<title>Por: Twitter Trackbacks for As conseqüências políticas e morais da pornografia &#124; Dicta &#38; Contradicta [dicta.com.br] on Topsy.com</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/as-consequencias-politicas-e-morais-da-pornografia/comment-page-1/#comment-2184</link>
		<dc:creator>Twitter Trackbacks for As conseqüências políticas e morais da pornografia &#124; Dicta &#38; Contradicta [dicta.com.br] on Topsy.com</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 23:22:07 +0000</pubDate>
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		<description>[...] As conseqüências políticas e morais da pornografia &#124; Dicta &amp; Contradicta  www.dicta.com.br/as-consequencias-politicas-e-morais-da-pornografia &#8211; view page &#8211; cached  , Essa é uma época propícia para falarmos de pornografia. O que você tem contra a pornografia?! Cada um vive como quer! Viva a liberdade! - Essa é a &#8212; From the page [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] As conseqüências políticas e morais da pornografia | Dicta &amp; Contradicta  <a href="http://www.dicta.com.br/as-consequencias-politicas-e-morais-da-pornografia" rel="nofollow">http://www.dicta.com.br/as-consequencias-politicas-e-morais-da-pornografia</a> &ndash; view page &ndash; cached  , Essa é uma época propícia para falarmos de pornografia. O que você tem contra a pornografia?! Cada um vive como quer! Viva a liberdade! &#8211; Essa é a &mdash; From the page [...]</p>
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		<title>Por: Marcelo Ferlin</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/as-consequencias-politicas-e-morais-da-pornografia/comment-page-1/#comment-1088</link>
		<dc:creator>Marcelo Ferlin</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 20:02:53 +0000</pubDate>
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		<description>Demorei em responder, mas pensei muito no texto.


Todos os argumentos do autor podem ser rebatidos com alguma facilidade, e posso dar exemplos assim que conseguir mais tempo. Mas a questão permanece: 


A pornografia é um vício? E, sendo um vício, corromperá a sociedade?


Minha resposta é não para as duas questões. Os argumentos para demonstrar isso são mais complexos.


Vamos supor, no entanto, que a resposta fosse sim, que a pornografia, ao contrário do meu entendimento, que é curto, seja um vício. Robert R. Reilly propõe, antes de se clamar pela censura, tomarmos consciência dos motivos para se proibir a pornografia.


Vejo alguns motivos para tomar consciência, mas nenhum motivo para por em prática qualquer tipo de censura. Não há razão suficiente para confiar a qualquer corpo de sábios, burocratas, juristas ou partes interessadas a responsabilidade de chegarem a alguma conclusão inteligente. 


E a dificuldade de uma conclusão inteligente pode ser intrínseca ao problema, talvez a questão seja de responsabilidade individual, intransferível a qualquer coletivo. Um exemplo são as leis americanas sobre o mercado da pornografia.


A pornógrafa Dian Hanson foi editora por muitos anos das revistas softcore do grupo Glamour. Num dos editoriais da revista Leg Show ela comentou sobre a dificuldade de se fazer leis. A grande barreira seria a imaginação e o gosto dos legisladores e cita o exemplo de uma das distinções entre a distribuição de softcore e hardcore, distinção necessária para permitir ou restringir os pontos de venda e a circulação das revistas: 


Um dos itens acordados anos atrás é que nas revistas softcore não poderia haver descrição gráfica (fotografia ou desenho) de uma mão segurando um pênis ou do pênis enfiado numa boca ou no ânus.


Tudo simples, perfeito e acordado, e as revistas continuaram, ou passaram a, fazer ensaios com as modelos tocando e massageando pênis com os pés. Os censores não haviam pensado na variedade das revistas de fetiches e parafilias. Não lembraram ou não quiseram pensar que alguém se excitaria com união de um pé a um pênis.


A exuberância das parafilias, que é manifestação da exuberância humana, aumenta o ridículo da idéia de censura.


Há quem se excite vendo mamães lidando com bebês. Pela lei, e aos olhos de alguém mal-intencionado ou sem noção, a descrição gráfica num “Livro do Bebê” de uma mãe limpando o pênis de seu filho na hora do banho poderia se enquadrar no rótulo de hardcore. E, do vendedor ao editor, todo mundo poderia ser multado e processado.


Já uma mãe tocando o pênis do bebê com seus pés, situação muito mais obscena, seria softcore e, se não fosse claramente pornografia infantil, poderia circular na maioria das livrarias e bancas de revista.


Outro exemplo de visão curta é a minha. Em vez de censura eu exigiria que os filmes ofensivos fossem dublados e legendados em espanhol. Mas sempre haverá o parafílico que apreciaria ainda mais essa versão.


É uma questão de trave e cisco, conforme Mateus 7:3-5. O common sense do legislador pode deixá-lo aquém da amplitude da questão e a falta de common sense nos reclamantes e patrulheiros da sociedade ameaça a todos. Motivos suficientes para que se busque a consciência sobre a questão, e que não se faça nada de censura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Demorei em responder, mas pensei muito no texto.</p>
<p>Todos os argumentos do autor podem ser rebatidos com alguma facilidade, e posso dar exemplos assim que conseguir mais tempo. Mas a questão permanece: </p>
<p>A pornografia é um vício? E, sendo um vício, corromperá a sociedade?</p>
<p>Minha resposta é não para as duas questões. Os argumentos para demonstrar isso são mais complexos.</p>
<p>Vamos supor, no entanto, que a resposta fosse sim, que a pornografia, ao contrário do meu entendimento, que é curto, seja um vício. Robert R. Reilly propõe, antes de se clamar pela censura, tomarmos consciência dos motivos para se proibir a pornografia.</p>
<p>Vejo alguns motivos para tomar consciência, mas nenhum motivo para por em prática qualquer tipo de censura. Não há razão suficiente para confiar a qualquer corpo de sábios, burocratas, juristas ou partes interessadas a responsabilidade de chegarem a alguma conclusão inteligente. </p>
<p>E a dificuldade de uma conclusão inteligente pode ser intrínseca ao problema, talvez a questão seja de responsabilidade individual, intransferível a qualquer coletivo. Um exemplo são as leis americanas sobre o mercado da pornografia.</p>
<p>A pornógrafa Dian Hanson foi editora por muitos anos das revistas softcore do grupo Glamour. Num dos editoriais da revista Leg Show ela comentou sobre a dificuldade de se fazer leis. A grande barreira seria a imaginação e o gosto dos legisladores e cita o exemplo de uma das distinções entre a distribuição de softcore e hardcore, distinção necessária para permitir ou restringir os pontos de venda e a circulação das revistas: </p>
<p>Um dos itens acordados anos atrás é que nas revistas softcore não poderia haver descrição gráfica (fotografia ou desenho) de uma mão segurando um pênis ou do pênis enfiado numa boca ou no ânus.</p>
<p>Tudo simples, perfeito e acordado, e as revistas continuaram, ou passaram a, fazer ensaios com as modelos tocando e massageando pênis com os pés. Os censores não haviam pensado na variedade das revistas de fetiches e parafilias. Não lembraram ou não quiseram pensar que alguém se excitaria com união de um pé a um pênis.</p>
<p>A exuberância das parafilias, que é manifestação da exuberância humana, aumenta o ridículo da idéia de censura.</p>
<p>Há quem se excite vendo mamães lidando com bebês. Pela lei, e aos olhos de alguém mal-intencionado ou sem noção, a descrição gráfica num “Livro do Bebê” de uma mãe limpando o pênis de seu filho na hora do banho poderia se enquadrar no rótulo de hardcore. E, do vendedor ao editor, todo mundo poderia ser multado e processado.</p>
<p>Já uma mãe tocando o pênis do bebê com seus pés, situação muito mais obscena, seria softcore e, se não fosse claramente pornografia infantil, poderia circular na maioria das livrarias e bancas de revista.</p>
<p>Outro exemplo de visão curta é a minha. Em vez de censura eu exigiria que os filmes ofensivos fossem dublados e legendados em espanhol. Mas sempre haverá o parafílico que apreciaria ainda mais essa versão.</p>
<p>É uma questão de trave e cisco, conforme Mateus 7:3-5. O common sense do legislador pode deixá-lo aquém da amplitude da questão e a falta de common sense nos reclamantes e patrulheiros da sociedade ameaça a todos. Motivos suficientes para que se busque a consciência sobre a questão, e que não se faça nada de censura.</p>
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		<title>Por: p.</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/as-consequencias-politicas-e-morais-da-pornografia/comment-page-1/#comment-1087</link>
		<dc:creator>p.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 20:01:46 +0000</pubDate>
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		<description>Falar da castidade como “primeiro princípio político”, ou sequer como princípio político, é coisa de puritano. Não é a toa que uma sociedade protestante como os EUA historicamente tenha apresentado leis moralistas quanto a conduta individual (mais do que países teoricamente confessionais), sendo os Eua um estado que faz do laicismo um de seus pilares. Sei que o texto é de uma revista católica, mas essa abordagem traz essas questões, mas como se mencionou os founding fathers e história americana, acho importante ressaltar a influênca protestante nessa situação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falar da castidade como “primeiro princípio político”, ou sequer como princípio político, é coisa de puritano. Não é a toa que uma sociedade protestante como os EUA historicamente tenha apresentado leis moralistas quanto a conduta individual (mais do que países teoricamente confessionais), sendo os Eua um estado que faz do laicismo um de seus pilares. Sei que o texto é de uma revista católica, mas essa abordagem traz essas questões, mas como se mencionou os founding fathers e história americana, acho importante ressaltar a influênca protestante nessa situação.</p>
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		<title>Por: Antonio José Jaime Venturin</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/as-consequencias-politicas-e-morais-da-pornografia/comment-page-1/#comment-1046</link>
		<dc:creator>Antonio José Jaime Venturin</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 01:29:30 +0000</pubDate>
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		<description>Prezados,
Acredito que nas festas que os &quot;governantes&quot; fazem para cooptarem seus aliados políticos, para determinada votação, importante para o país, ou até mesmo, somente como cumprimento de dever, fico a imaginar: que tipo de &quot;governantes&quot; nós temos? Pois precisamos do &quot;sexo pornográfico&quot;, comprado, vulgarizado, para termos um projeto legislativo aprovado...Antonio J.J. Venturin</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados,<br />
Acredito que nas festas que os &#8220;governantes&#8221; fazem para cooptarem seus aliados políticos, para determinada votação, importante para o país, ou até mesmo, somente como cumprimento de dever, fico a imaginar: que tipo de &#8220;governantes&#8221; nós temos? Pois precisamos do &#8220;sexo pornográfico&#8221;, comprado, vulgarizado, para termos um projeto legislativo aprovado&#8230;Antonio J.J. Venturin</p>
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	<item>
		<title>Por: Joel Pinheiro</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/as-consequencias-politicas-e-morais-da-pornografia/comment-page-1/#comment-1032</link>
		<dc:creator>Joel Pinheiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 21:38:00 +0000</pubDate>
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		<description>Ver pornografia e violência como causa e efeito direta é mesmo ingênuo.

Mas apontar que grande parte dos serial killers era consumidor ávido de pornografia, e ainda o depoimento de alguns deles de que a pornografia teve seu papel em formar o caráter deles, me parece relevante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ver pornografia e violência como causa e efeito direta é mesmo ingênuo.</p>
<p>Mas apontar que grande parte dos serial killers era consumidor ávido de pornografia, e ainda o depoimento de alguns deles de que a pornografia teve seu papel em formar o caráter deles, me parece relevante.</p>
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		<title>Por: Renan</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/as-consequencias-politicas-e-morais-da-pornografia/comment-page-1/#comment-1031</link>
		<dc:creator>Renan</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 13:18:35 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bem, Antuenes, é isso mesmo.

Os modernos em geral ficaram impregnados dessa idéia Cirenaica da vida, de que hedonismo = liberdade, quando diversas obras elementares da filosofia clássica (mesmo as exortações!) negam esta identificação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bem, Antuenes, é isso mesmo.</p>
<p>Os modernos em geral ficaram impregnados dessa idéia Cirenaica da vida, de que hedonismo = liberdade, quando diversas obras elementares da filosofia clássica (mesmo as exortações!) negam esta identificação.</p>
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		<title>Por: Antuenes</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/as-consequencias-politicas-e-morais-da-pornografia/comment-page-1/#comment-1029</link>
		<dc:creator>Antuenes</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 01:19:43 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente artigo. Excente. As pessoas tem uma falsa noção de que moral é necessariamente ligada à religião. Isso não é verdade. Existem morais religiosas e não-religiosas. 

Porém discordo dos comentários. Não porque as idéias estejam erradas, mas porque já se baseiam em premissas erradas sobre o texto lido.

Não é o Estado que vai interferir na liberdade individual. O novo dado é que o &quot;Vício&quot;  reduz a liberdade. Ou seja, a falta de liberdade é uma opção da liberdade do indivídio. Sucumbindo ao Vício, eu obscureço minha capacidade de escolha.  Cabe ao Estado &quot;criar condições&quot; do desenvolvimento individual da virtude e não ser permissível publicamente ao víciol porque isso seria tirar a liberdade das pessoas. É isso que o defende. Só uma coisa a liberdade não é livre para fazer, acabar coma própria liberdade;

Em nenhum momento &quot;se relaciona pornografia com Serial Killers&quot; como CAUSA e EFEITO como o autor do comentário lançou como &quot;petição de princípio oculta&quot;. E quero lamentar o empobracimento do discurso com a  desnecessário erístico argumentum ad Hominem &quot;relacionar pedofilia com Padres&quot; que apenas visa desqualificar o texto da Inside Catholic por ser católico.  Afinal, casos de pedofilia acontecem com religiosos de todas as denominações, e também com não religiosos. Fingindo argumentar o contrário, insidiosamente se associa pedofilia ao catolicismo. O que é um argumento erístico deplorável que apenas reduz o debate.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente artigo. Excente. As pessoas tem uma falsa noção de que moral é necessariamente ligada à religião. Isso não é verdade. Existem morais religiosas e não-religiosas. </p>
<p>Porém discordo dos comentários. Não porque as idéias estejam erradas, mas porque já se baseiam em premissas erradas sobre o texto lido.</p>
<p>Não é o Estado que vai interferir na liberdade individual. O novo dado é que o &#8220;Vício&#8221;  reduz a liberdade. Ou seja, a falta de liberdade é uma opção da liberdade do indivídio. Sucumbindo ao Vício, eu obscureço minha capacidade de escolha.  Cabe ao Estado &#8220;criar condições&#8221; do desenvolvimento individual da virtude e não ser permissível publicamente ao víciol porque isso seria tirar a liberdade das pessoas. É isso que o defende. Só uma coisa a liberdade não é livre para fazer, acabar coma própria liberdade;</p>
<p>Em nenhum momento &#8220;se relaciona pornografia com Serial Killers&#8221; como CAUSA e EFEITO como o autor do comentário lançou como &#8220;petição de princípio oculta&#8221;. E quero lamentar o empobracimento do discurso com a  desnecessário erístico argumentum ad Hominem &#8220;relacionar pedofilia com Padres&#8221; que apenas visa desqualificar o texto da Inside Catholic por ser católico.  Afinal, casos de pedofilia acontecem com religiosos de todas as denominações, e também com não religiosos. Fingindo argumentar o contrário, insidiosamente se associa pedofilia ao catolicismo. O que é um argumento erístico deplorável que apenas reduz o debate.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: José</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/as-consequencias-politicas-e-morais-da-pornografia/comment-page-1/#comment-1026</link>
		<dc:creator>José</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 12:03:50 +0000</pubDate>
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		<description>Ah! E relacionar pornografia com Serial Killers é a mesma coisa de relacionar pedofilia com Padres. Há pedófilos que são padres e há serial Killers que são viciados em pornografia, mas não posso generalizar, nem muito menos culpar o celibato e a pornografia por esses crimes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah! E relacionar pornografia com Serial Killers é a mesma coisa de relacionar pedofilia com Padres. Há pedófilos que são padres e há serial Killers que são viciados em pornografia, mas não posso generalizar, nem muito menos culpar o celibato e a pornografia por esses crimes.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: José</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/as-consequencias-politicas-e-morais-da-pornografia/comment-page-1/#comment-1025</link>
		<dc:creator>José</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 11:51:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dicta.com.br/?p=305#comment-1025</guid>
		<description>O grande mérito do artigo é levantar o ponto sobre as consequências individuais e sociais da pornografia. Mas, como bem levantado pelo Joel, a proibição da pornografia é só uma entre tantas que seriam levadas a cabo caso o estado interferisse para preservar a moral individual/social. Mas não concordo que o autor tenha demonstrado empiricamente sua tese. Citar o aumento de gastos com pornografia e, logo em seguida, afirmar que o aumento da violência se deve a esses gastos não demonstra nada. Acusar o Marquês de Sade pela revolução francesa também é ingenuidade. E utilizar filmes como &quot;Alien 3&quot; para corroborar com o argumento é o fim!
Concluindo, um cheiro de moralismo ficou no ar, principalmente depois que eu li o comentário do &quot;Frizero&quot; acima. Se as pessoas ficassem tão infelizes assim, será que iriam realmente se vender?! Utilizar o estado para &quot;proteger&quot; essas pessoas, mesmo sem ouvi-las, é só mais um passo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O grande mérito do artigo é levantar o ponto sobre as consequências individuais e sociais da pornografia. Mas, como bem levantado pelo Joel, a proibição da pornografia é só uma entre tantas que seriam levadas a cabo caso o estado interferisse para preservar a moral individual/social. Mas não concordo que o autor tenha demonstrado empiricamente sua tese. Citar o aumento de gastos com pornografia e, logo em seguida, afirmar que o aumento da violência se deve a esses gastos não demonstra nada. Acusar o Marquês de Sade pela revolução francesa também é ingenuidade. E utilizar filmes como &#8220;Alien 3&#8243; para corroborar com o argumento é o fim!<br />
Concluindo, um cheiro de moralismo ficou no ar, principalmente depois que eu li o comentário do &#8220;Frizero&#8221; acima. Se as pessoas ficassem tão infelizes assim, será que iriam realmente se vender?! Utilizar o estado para &#8220;proteger&#8221; essas pessoas, mesmo sem ouvi-las, é só mais um passo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Frizero</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/as-consequencias-politicas-e-morais-da-pornografia/comment-page-1/#comment-1023</link>
		<dc:creator>Frizero</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 15:15:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dicta.com.br/?p=305#comment-1023</guid>
		<description>Creio que há ainda um outro fator para se pensar quando o assunto é pornografia - a vida dos que vendem seu corpo para o prazer alheio.  O consumidor de pornografia dificilmente se pergunta sobre a vida daquela mulher ou daquele homem anônimo que seus olhos só vêem como objeto.  Que caminhos levaram ela ou ele a aceitar aquela condição?  Que caminhos terá pela frente depois de passar por aquilo?  e não venham me dizer que um ser humano é capaz de passar incólume por uma experiência como essa - a de trabalhar em um filme pornô ou de tirar fotos pornográficas, sabendo que a partir daquele momento está exposto ao mundo.

Quanta infelicidade, meu Deus, estará por trás de cada página de revista, cada fotografia que transita pela Internet, cada imagem encenada de depravação?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Creio que há ainda um outro fator para se pensar quando o assunto é pornografia &#8211; a vida dos que vendem seu corpo para o prazer alheio.  O consumidor de pornografia dificilmente se pergunta sobre a vida daquela mulher ou daquele homem anônimo que seus olhos só vêem como objeto.  Que caminhos levaram ela ou ele a aceitar aquela condição?  Que caminhos terá pela frente depois de passar por aquilo?  e não venham me dizer que um ser humano é capaz de passar incólume por uma experiência como essa &#8211; a de trabalhar em um filme pornô ou de tirar fotos pornográficas, sabendo que a partir daquele momento está exposto ao mundo.</p>
<p>Quanta infelicidade, meu Deus, estará por trás de cada página de revista, cada fotografia que transita pela Internet, cada imagem encenada de depravação?</p>
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