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Entrevista exclusiva com João Pereira Coutinho – Parte 5

Filed under: Especial incluído por dicta
Data do post: 21 de janeiro de 2009

Esta quinta parte da conversa com João Pereira Coutinho talvez seja a mais profunda e a mais reveladora. Agora, o espectador saberá que nosso lusitano favorito é um adepto do “desejo mimético” de René Girard (influências de Pedro Sette Câmara e Martim Vasques da Cunha, nossos girardianos de plantão?), admite a influência estilística de Eça de Queiroz em sua escrita e – alas! -, como qualquer jornalista que se preza, foi condenado na Justiça portuguesa por criticar um vereador. Mais uma prova que João não faz parte do armazém de secos e molhados (apud Millôr Fernandes) que se tornou o jornalismo brasileiro.


Comments (6)

6 Comentários »

  1. Acabou? Vontade de ficar ouvindo suas idéias por horas a fio….Papo bom demais!

    Comment by Tânia — 21 de janeiro de 2009 @ 2:42 pm

  2. Tomara que essa entrevista tenha, sei lá, umas 60 partes….

    E que cada parte esteja melhor do que a outra, como tem
    acontecido até agora.

    Comment by Idelfonso — 29 de janeiro de 2009 @ 5:53 pm

  3. [...] em seis partes (I, II, III, IV, V e VI) de João Pereira Coutinho. Eu não ia publicar, afinal ele não falou de Jane, mas Rebeca [...]

    Pingback by Dicas | Jane Austen em português — 24 de março de 2009 @ 2:08 am

  4. ESSE JOVEM, REALMENTE SABE O QUE FALA . PARABÉNS CHARÁ!

    Comment by joao — 4 de abril de 2009 @ 7:24 pm

  5. Excelente!

    obs: sobre como aprender a escrever, parece o Coutinho está recitando o famoso artigo do Olavo de Carvalho sobre o assunto ao afirmar a importância da imitação. Talvez ele ache interessante essa coincidência…

    Comment by Leandro — 23 de abril de 2009 @ 1:43 pm

  6. Retificando o último comentário do entrevistador, segue artigo do Código de Processo Penal, em que se evidencia que no Brasil, como regra, a exemplo do que ocorre nos demais Estados de Direito modernos, os registros de condenação não permanecem “ad eternum”.

    “Art. 748. A condenação ou condenações anteriores não serão mencionadas na folha de antecedentes do reabilitado, nem em certidão extraída dos livros do juízo, salvo quando requisitadas por juiz criminal.”

    Abraço e parabéns pelo site!

    Comment by Carlos — 26 de outubro de 2009 @ 8:32 pm

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