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	<title>Comentários sobre: Feliz Aniversário, Israel!</title>
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	<description>Leituras interessantes e bases para a formação cultural</description>
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		<title>Por: Martim Vasques da Cunha</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/feliz-aniversario-israel/comment-page-1/#comment-1465</link>
		<dc:creator>Martim Vasques da Cunha</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 21:12:12 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;em&gt;Caro Humberto:

Realmente, Israel não tem muito trademark em termos de bens de consumo. Mas tem o Mossad (o melhor serviço de espionagem do mundo), os kibutzs, várias mulheres bonitas (dizem que lá é um paraíso para judeus e não-judeus) além de, claro, ser o local do povo escolhido por Deus, se isso for uma informação de alguma valia para vc.

Abraços

Martim&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><em>Caro Humberto:</p>
<p>Realmente, Israel não tem muito trademark em termos de bens de consumo. Mas tem o Mossad (o melhor serviço de espionagem do mundo), os kibutzs, várias mulheres bonitas (dizem que lá é um paraíso para judeus e não-judeus) além de, claro, ser o local do povo escolhido por Deus, se isso for uma informação de alguma valia para vc.</p>
<p>Abraços</p>
<p>Martim</em></p>
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		<title>Por: Humberto</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/feliz-aniversario-israel/comment-page-1/#comment-1464</link>
		<dc:creator>Humberto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 20:11:10 +0000</pubDate>
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		<description>então Israel fez aniversário mas o que há para comemorar, é a pergunta. Uma nação muito mais admirável é a Coréia do Sul, que enfrentou dificuldades muito maiores ainda, como uma guerra em seu território (que a separou do vizinho do norte), além de décadas de opressão japonesa (antes da II Guerra) e apartir de uma população básicamente rural ao fim do conflito, surge nesse sec XXI como país moderno e economia asiática de alto desempenho. Enquanto isso eu nunca ouvi falar em  automoveis ou eletrônicos israelenses... é um país que ainda não realizou algo pelo o que orgulhar-se</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>então Israel fez aniversário mas o que há para comemorar, é a pergunta. Uma nação muito mais admirável é a Coréia do Sul, que enfrentou dificuldades muito maiores ainda, como uma guerra em seu território (que a separou do vizinho do norte), além de décadas de opressão japonesa (antes da II Guerra) e apartir de uma população básicamente rural ao fim do conflito, surge nesse sec XXI como país moderno e economia asiática de alto desempenho. Enquanto isso eu nunca ouvi falar em  automoveis ou eletrônicos israelenses&#8230; é um país que ainda não realizou algo pelo o que orgulhar-se</p>
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		<title>Por: Rodrigo Leandro</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/feliz-aniversario-israel/comment-page-1/#comment-1296</link>
		<dc:creator>Rodrigo Leandro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2009 21:54:20 +0000</pubDate>
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		<description>Pô Julio, você bem que podia nos dar mais detalhes desta exposição em um post aqui mesmo na Dicta! O que você acha hein?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pô Julio, você bem que podia nos dar mais detalhes desta exposição em um post aqui mesmo na Dicta! O que você acha hein?</p>
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		<title>Por: Ricardo Leal</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/feliz-aniversario-israel/comment-page-1/#comment-1270</link>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2009 12:38:12 +0000</pubDate>
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		<description>http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3717089,00.html

Descontados os disclaimers incontornáveis e equívocos de praxe, um texto bem simpático na imprensa israelense, a respeito da visita de Bento XVI.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3717089,00.html" rel="nofollow">http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3717089,00.html</a></p>
<p>Descontados os disclaimers incontornáveis e equívocos de praxe, um texto bem simpático na imprensa israelense, a respeito da visita de Bento XVI.</p>
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	<item>
		<title>Por: Julio Lemos</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/feliz-aniversario-israel/comment-page-1/#comment-1174</link>
		<dc:creator>Julio Lemos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2009 13:15:29 +0000</pubDate>
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		<description>Ei, Martim: aqui em Munique há uma exposição sobre Pio XII 100% positiva com referências explícitas à sua ajuda aos judeus. E nem uso alucinógenos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ei, Martim: aqui em Munique há uma exposição sobre Pio XII 100% positiva com referências explícitas à sua ajuda aos judeus. E nem uso alucinógenos.</p>
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		<title>Por: Ricardo Leal</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/feliz-aniversario-israel/comment-page-1/#comment-1173</link>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2009 04:29:05 +0000</pubDate>
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		<description>1) É interessante que Spengler refira em um de seus posts o Heine tardio (e o homem se foi ainda quarentão) como exemplarmente israelita em meio à acelerada dissolução daquilo que é mais autenticamente judaico depois do século XVIII. Dissolução aqui e ali sinalizada inclusive naquele Heine mais conhecido por nós, até nos poemas que viraram canções famosas (e o Schumann do  belíssimo ciclo do Dichterliebe não foi o único a recriá-lo). 2) A mistura de desorientação religiosa (eventualmente filo-cristã no seu caso), ironia às vezes cáustica, liberalismo político e atração por tudo que é belo e verdadeiro continua a tocar muito de perto quem o lê (ou escuta) neste início de século. 3) O poema abaixo foi gravado em seu túmulo, um dos tantos famosos em Paris. Não posso traduzi-lo em versos; tento versão prosaica for what it´s worth, mas acho que não perde quem o lê pensando nessa impressionante associação entre errância e constância, que é tão judaica e tão de cada um de nós. Há vida, luz e esperança indicadas em texto que uma primeira olhada (talvez) considere esquisito evocar no contexto do 61º aniversário de Israel estado-nação contemporâneo.  4) Heine termina ali referindo-se às estrelas acima de si. Um pouco à maneira do salmista, que no salmo 18 (19) refere a silenciosa &quot;escritura dos céus&quot;, dos quais nenhuma voz se ouve, mas que fazem aparecer sua linha por toda a terra. Quem souber hebraico (não é meu caso) por favor corrija se necessário, mas onde o português da Bíblia de Jerusalém apresenta &quot;linha&quot; no Sl 18, 5, o original, segundo André Chouraqui, traz &quot;qavam&quot;, que se ligaria a &quot;qahal&quot; (reunir) e &quot;qol&quot; (voz). 5) Se há por aí algum leitor, que não interprete como &quot;qualquer terra vale&quot;, sem mais nem menos. Não é por aí, não. 6) Por fim, link para artigo da wikipedia sobre HH. O trecho lá transcrito sobre Alemanha e cristianismo é de deixar qualquer um boquiaberto.           

Wo?

Wo wird einst des Wandermüden
Letzte Ruhestätte sein?
Unter Palmen in dem Süden?
Unter Linden an dem Rhein?

Werd ich wo in einer Wüste
Eingescharrt von fremder Hand?
Oder ruh ich an der Küste
Eines Meeres in dem Sand?

Immerhin! Mich wird umgeben
Gotteshimmel, dort wie hier,
Und als Totenlampen schweben
Nachts die Sterne über mir.

Onde? 

Onde será que vai encontrar repouso final aquele que se cansou de fazer caminho? Sob palmeiras no sul? Debaixo  de tílias junto ao Reno? 

Serei eu enterrado em qualquer ermo, por mão estranha? Ou repouso na beira de algum mar, na areia.

Seja como for! O céu de Deus me cobrirá, aqui tanto como ali; e pelas noites, como lâmpadas mortuárias flutuarão sobre mim as estrelas.    

  http://en.wikipedia.org/wiki/Heinrich_Heine</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1) É interessante que Spengler refira em um de seus posts o Heine tardio (e o homem se foi ainda quarentão) como exemplarmente israelita em meio à acelerada dissolução daquilo que é mais autenticamente judaico depois do século XVIII. Dissolução aqui e ali sinalizada inclusive naquele Heine mais conhecido por nós, até nos poemas que viraram canções famosas (e o Schumann do  belíssimo ciclo do Dichterliebe não foi o único a recriá-lo). 2) A mistura de desorientação religiosa (eventualmente filo-cristã no seu caso), ironia às vezes cáustica, liberalismo político e atração por tudo que é belo e verdadeiro continua a tocar muito de perto quem o lê (ou escuta) neste início de século. 3) O poema abaixo foi gravado em seu túmulo, um dos tantos famosos em Paris. Não posso traduzi-lo em versos; tento versão prosaica for what it´s worth, mas acho que não perde quem o lê pensando nessa impressionante associação entre errância e constância, que é tão judaica e tão de cada um de nós. Há vida, luz e esperança indicadas em texto que uma primeira olhada (talvez) considere esquisito evocar no contexto do 61º aniversário de Israel estado-nação contemporâneo.  4) Heine termina ali referindo-se às estrelas acima de si. Um pouco à maneira do salmista, que no salmo 18 (19) refere a silenciosa &#8220;escritura dos céus&#8221;, dos quais nenhuma voz se ouve, mas que fazem aparecer sua linha por toda a terra. Quem souber hebraico (não é meu caso) por favor corrija se necessário, mas onde o português da Bíblia de Jerusalém apresenta &#8220;linha&#8221; no Sl 18, 5, o original, segundo André Chouraqui, traz &#8220;qavam&#8221;, que se ligaria a &#8220;qahal&#8221; (reunir) e &#8220;qol&#8221; (voz). 5) Se há por aí algum leitor, que não interprete como &#8220;qualquer terra vale&#8221;, sem mais nem menos. Não é por aí, não. 6) Por fim, link para artigo da wikipedia sobre HH. O trecho lá transcrito sobre Alemanha e cristianismo é de deixar qualquer um boquiaberto.           </p>
<p>Wo?</p>
<p>Wo wird einst des Wandermüden<br />
Letzte Ruhestätte sein?<br />
Unter Palmen in dem Süden?<br />
Unter Linden an dem Rhein?</p>
<p>Werd ich wo in einer Wüste<br />
Eingescharrt von fremder Hand?<br />
Oder ruh ich an der Küste<br />
Eines Meeres in dem Sand?</p>
<p>Immerhin! Mich wird umgeben<br />
Gotteshimmel, dort wie hier,<br />
Und als Totenlampen schweben<br />
Nachts die Sterne über mir.</p>
<p>Onde? </p>
<p>Onde será que vai encontrar repouso final aquele que se cansou de fazer caminho? Sob palmeiras no sul? Debaixo  de tílias junto ao Reno? </p>
<p>Serei eu enterrado em qualquer ermo, por mão estranha? Ou repouso na beira de algum mar, na areia.</p>
<p>Seja como for! O céu de Deus me cobrirá, aqui tanto como ali; e pelas noites, como lâmpadas mortuárias flutuarão sobre mim as estrelas.    </p>
<p>  <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Heinrich_Heine" rel="nofollow">http://en.wikipedia.org/wiki/Heinrich_Heine</a></p>
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