Lançamento Dicta&Contradicta No. 6
Data do post: 24 de novembro de 2010

Aí está! Esperamos todos vocês (paulistanos ou viajantes, por que não?!) na Livraria Cultura. Será uma chance única de ter uma conversa franca com os criadores do maior personagem do cinema brasileiro até hoje. Porque aqui “missão dada é missão cumprida, parceiro”!
Comments (10)
10 Comentários »
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Pronto, o suspense está justificado! Parabéns por mais uma bem-sucedida empreitada!
Comentário by William — 25 de novembro de 2010 @ 12:04 am
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Boa pedida. O pessoal da Dicta e o pessoal do Tropa de Elite. A discussão vai ser boa.
Comentário by Odorico Leal — 25 de novembro de 2010 @ 8:00 am
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Hoje mesmo tive que ler de um soi-disant “crítico”:
“Padilha tenta e nao consegue fazer cinema político, manifestando todo o seu fascismo num personagem carismático.”
Quando, por Deus, sairemos dessa miséria intelectual???
Comentário by Pedro — 25 de novembro de 2010 @ 9:19 am
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Pois é, aproveitando o ensejo, quero dar minha opinião sobre o segundo filme.
Se eu estivesse no debate perguntaria se foi a pressão dos aiatolás da cultura que exigiram uma penitência ao autor.
A esquerda sai do filme redimida. O desfecho projeta uma solução revolucionária. “A polícia do Rio tem que acabar”. Quase pedem o fechamento do Congresso Nacional, mas passam batido pelo Palácio da Alvorada. O problema passa a ser o “sistema” ( e de fato o é, mas não o sistema legal, mas o cripto-legal.). Enfim, a esquerda radical porta-voz do CRIME volta a ser interlocutor respeitável.
Se “mata todo mundo” é um extremismo, “a culpa é do sistema” é outro.
Perguntaria também se Padilha acredita nos sofismas que o personagem Fraga emite na parte da aula, digna de professor de história mesmo, ou se era só caracterização de personagem.
Quem abordou bem a questão foi o Reinaldo Azevedo, em artigos que valem para refletir.
Não vi o filme já resenhado aqui, vi um outro com os defeitos que apontei.Comentário by Helder Melo — 25 de novembro de 2010 @ 11:58 am
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Um cineasta e um roteirista. E a conversa será ou não filmada?
Comentário by Antônio — 25 de novembro de 2010 @ 3:33 pm
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Por favor, desculpem-me a chatice.
Moro longe! Como queria saber a opinião do cineasta sobre os recentes acontecimentos no Rio.
Abraço a todos e parabéns pela revista.Comentário by Helder Melo — 25 de novembro de 2010 @ 9:57 pm
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Comparecerei, señor Martim. De mariachi, tequila e balas no cinturão.
Comentário by Ched Petz — 26 de novembro de 2010 @ 8:04 pm
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Confirma se é uma Dicta na mão do vagabundo!
Comentário by Lucas Dias — 27 de novembro de 2010 @ 11:35 am
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Teremos a gravação do papo?!
Comentário by Victor — 27 de novembro de 2010 @ 3:47 pm
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[...] desses encontrei-me com o Bráulio Mantovani para conversar sobre a Dicta. Como na semana que vem estaremos juntos para o lançamento, estava ficando chato não o conhecer pessoalmente. Mas este blog não virou (ainda!?) um site de [...]
Pingback by O filme que não houve | Dicta & Contradicta — 30 de novembro de 2010 @ 4:17 pm




