Nos porões da ciência

Começou como fofocas em sites dissidentes, radicais, céticos, espalhados pela Internet. Agora chegou ao Wall Street Journal.

Centenas de emails sigilosos de cientistas ligados à pesquisa sobre o aquecimento global vieram a público, e trouxeram consigo uma verdade muito inconveniente: manipulação de dados e ocultação de procedimentos. Esses cientistas, cujas pesquisas têm insuflado tanto alarmismo e, em breve, legislação em larga escala, escondiam os detalhes menos nobres de suas pesquisas e comunicações.

8 comentários em “Nos porões da ciência

  1. Os arautos do Governo (Totalitário) Global já estão alardeando que começarão em Copenhagen a legislar mundialmente. Depois de retirar a mascára dos tais “cientistas” a soldo desse novos Deuses, será que ainda cairemos nesta esparrela. Espero que sirva ao menos para adiar o controle do tristemente Rico e Famoso Bilderberg.

  2. Pingback: Lomborg, Lomborg « De Gustibus Non Est Disputandum

  3. O pior mesmo é a explicacao de que “trick” nao é truque, mas algo bom que pode ser feito em pesquisas científicas/acadêmicas…

    E, pior, há gente (na imprensa!!!) que comprou (para o bem e para o mal) a explicacao!!!

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  5. Haverá muito choro e ranger de dentes ainda pela frente. Uma coisa que formadores de opinião odeiam é o confronto com a realidade quando esta realidade mostra que estiveram errado; pior, dispondo de todos os elementos para saber que estavam diante de uma fraude. Eles não vão admitir nunca a ingenuidade, para ficar na opção favorável a eles, que deixaram tomar conta de suas idéias. O mais provável será a constante negação da realidade.

  6. Caro Marcos Heleno, seu comentário poderia, sem alterações, ser usado para ilustrar o que ocorre atualmente com as viúvas do socialismo, não por acaso os “centroavantes” do catastrofismo ambientalista. Esse povo nasceu para fracassar. O problema é que até lá eles deixam uma sujeira danada.

  7. I am by no means an expert in climate science but I will explain in more detail why I would stress different issues. (Please do set me straight where I am wrong.) I see science, including climate science, as very much a decentralized process, based on the collective efforts of thousands of researchers. The evidence for our current understanding of climate change also comes from a wide variety of disciplines, including chemistry, meteorology, oceanography, geography, tree ring studies, ice sheet studies, and a good body of theory, which has held up well. These results all point in broadly similar directions. Call me naive but, with apologies to Robert Sugden, I don’t think many scientific results depend on what comes out of East Anglia, even if you include its emailing affiliates from Penn State and the like. Even very, very simple climate models generate many of the basic results.

    http://www.marginalrevolution.com/marginalrevolution/2009/12/the-decentralization-of-science.html

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