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	<title>Comentários sobre: Nós que nos amávamos tanto&#8230;</title>
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	<description>Leituras interessantes e bases para a formação cultural</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 21:30:36 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Maria Celina</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/nos-que-nos-amavamos-tanto/comment-page-1/#comment-4556</link>
		<dc:creator>Maria Celina</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 17:50:59 +0000</pubDate>
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		<description>Martim, finalmente vi o filme. 
Gostei bastante, embora concorde com o Odorico que tem algumas cenas bem ruins (a cena de sexo da Michelle com o Leonard está no nível &quot;vergonha alheia&quot; de ruim).
Um amigo que viu comigo não gostou, porque achou que o personagem do Joaquim era acomodado e devia fugir de casa pra viver com a &quot;chave de cadeia&quot; (Michelle). Eu, que sou contra arrebatamentos românticos e insensatos, creio que ele fez a coisa mais sensata para a vida dele: parar de se lamuriar e chorar e fazer ceninha e encarar a realidade, com uma menina que gostava dele e um emprego meio so-so, mas que vai garantir o sustento dele. 
É mais ou menos o que acontece em A Felicidade Não se Compra, do Frank Capra (frisando que o Capra é muito muito melhor), no qual o James Stewart tem grandes ideias e quer fugir da cidadezinha mas a realidade é aquilo ali e pronto. E that&#039;s life, né.

(pausa para falar do tipo de personagem da Gwyneth, que é tudo o que um homem quer numa mulher - bonita, meio babaca, apaixonada (por outro, no caso) e totalmente frágil e dependente. mas fez uma boa média com a Sandra, que é uma mulher normal, inclusive com gordurinhas (omg - não somos todas Gwyneths))</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Martim, finalmente vi o filme.<br />
Gostei bastante, embora concorde com o Odorico que tem algumas cenas bem ruins (a cena de sexo da Michelle com o Leonard está no nível &#8220;vergonha alheia&#8221; de ruim).<br />
Um amigo que viu comigo não gostou, porque achou que o personagem do Joaquim era acomodado e devia fugir de casa pra viver com a &#8220;chave de cadeia&#8221; (Michelle). Eu, que sou contra arrebatamentos românticos e insensatos, creio que ele fez a coisa mais sensata para a vida dele: parar de se lamuriar e chorar e fazer ceninha e encarar a realidade, com uma menina que gostava dele e um emprego meio so-so, mas que vai garantir o sustento dele.<br />
É mais ou menos o que acontece em A Felicidade Não se Compra, do Frank Capra (frisando que o Capra é muito muito melhor), no qual o James Stewart tem grandes ideias e quer fugir da cidadezinha mas a realidade é aquilo ali e pronto. E that&#8217;s life, né.</p>
<p>(pausa para falar do tipo de personagem da Gwyneth, que é tudo o que um homem quer numa mulher &#8211; bonita, meio babaca, apaixonada (por outro, no caso) e totalmente frágil e dependente. mas fez uma boa média com a Sandra, que é uma mulher normal, inclusive com gordurinhas (omg &#8211; não somos todas Gwyneths))</p>
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		<title>Por: Odorico Leal</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/nos-que-nos-amavamos-tanto/comment-page-1/#comment-2255</link>
		<dc:creator>Odorico Leal</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 18:30:35 +0000</pubDate>
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		<description>Vi esse filme semana passada. Não compartilho do entusiasmo. Concordo com essa leitura - foi basicamente a leitura que fiz enquanto assistia (como estudo Eliot, esse tema da &#039;mentira romântica&#039; está sempre nos meus pensamentos sobre arte e sobre a minha vida também). Mas o problema tem a ver justamente com isso: o filme é esquemático demais, de modo que o personagem principal, apesar da aura de profundidade com a qual o filme tenta cobri-lo desde a primeira cena, é rasteiríssimo. O modo como a mentira romântica se integra à nossa mentalidade hoje em dia é bem mais complexo, mais cheio de sutilezas e camadas. O filme mais parece uma introdução facilitada ao tema. Não é, de modo algum, um filme ruim (embora fique bastante ruim em algumas cenas, como quando sujeito diz &quot;I&#039;m fucked up too!&quot; - algo tão óbio e forçado, que dá enjôo). O que acho louvável no filme é o que você ressaltou: a iniciativa de criticar a mentira romântica. Pena que, para isso, o roteirista teve de simplificá-la.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vi esse filme semana passada. Não compartilho do entusiasmo. Concordo com essa leitura &#8211; foi basicamente a leitura que fiz enquanto assistia (como estudo Eliot, esse tema da &#8216;mentira romântica&#8217; está sempre nos meus pensamentos sobre arte e sobre a minha vida também). Mas o problema tem a ver justamente com isso: o filme é esquemático demais, de modo que o personagem principal, apesar da aura de profundidade com a qual o filme tenta cobri-lo desde a primeira cena, é rasteiríssimo. O modo como a mentira romântica se integra à nossa mentalidade hoje em dia é bem mais complexo, mais cheio de sutilezas e camadas. O filme mais parece uma introdução facilitada ao tema. Não é, de modo algum, um filme ruim (embora fique bastante ruim em algumas cenas, como quando sujeito diz &#8220;I&#8217;m fucked up too!&#8221; &#8211; algo tão óbio e forçado, que dá enjôo). O que acho louvável no filme é o que você ressaltou: a iniciativa de criticar a mentira romântica. Pena que, para isso, o roteirista teve de simplificá-la.</p>
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		<title>Por: Maria Celina</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/nos-que-nos-amavamos-tanto/comment-page-1/#comment-2252</link>
		<dc:creator>Maria Celina</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 13:06:09 +0000</pubDate>
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		<description>Tenho grande interesse nesse filme, ainda mais se ele criticar a mentira romântica, que eu não acho que seja um crime. As pessoas não mentem porque querem, mas o fazem de forma inconsciente, para fugir da realidade chata e sem graça, ainda mais se comparada a filmes e livros com histórias geniais.
O problema disso é que a pessoa deixa de viver a própria vida para viver de imaginação. E deve ser aí que o filme entra, pra impedir mais desilusão com a realidade e consigo. 
Hm, pensando bem, vou olhar os horários desse filme ainda hoje.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho grande interesse nesse filme, ainda mais se ele criticar a mentira romântica, que eu não acho que seja um crime. As pessoas não mentem porque querem, mas o fazem de forma inconsciente, para fugir da realidade chata e sem graça, ainda mais se comparada a filmes e livros com histórias geniais.<br />
O problema disso é que a pessoa deixa de viver a própria vida para viver de imaginação. E deve ser aí que o filme entra, pra impedir mais desilusão com a realidade e consigo.<br />
Hm, pensando bem, vou olhar os horários desse filme ainda hoje.</p>
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		<title>Por: Julio Lemos</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/nos-que-nos-amavamos-tanto/comment-page-1/#comment-2251</link>
		<dc:creator>Julio Lemos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 11:42:40 +0000</pubDate>
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		<description>Assisti a esse filme genial no mês passado e só estava esperando você falar dele. A cena final é de uma coragem impressionante! Gray tem cojones.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Assisti a esse filme genial no mês passado e só estava esperando você falar dele. A cena final é de uma coragem impressionante! Gray tem cojones.</p>
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