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	<title>Comentários sobre: O Sangue de Dresden</title>
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	<description>Leituras interessantes e bases para a formação cultural</description>
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		<title>Por: Ricardo Leal</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/o-sangue-de-dresden/comment-page-1/#comment-444</link>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 01:04:23 +0000</pubDate>
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		<description>Hm. É preciso reconhecer que é para muito além de esquisito o site linkado no meu post #4, origem da informação pertinente à proibição do livro do KV. Não estou sendo irônico; não havia olhado bem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hm. É preciso reconhecer que é para muito além de esquisito o site linkado no meu post #4, origem da informação pertinente à proibição do livro do KV. Não estou sendo irônico; não havia olhado bem.</p>
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		<title>Por: fb</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/o-sangue-de-dresden/comment-page-1/#comment-435</link>
		<dc:creator>fb</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 16:01:19 +0000</pubDate>
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		<description>10-02-2008

How Many Died in the Bombing of Dresden?

By Frederick Taylor

The question of how many people died in the World War II Allied bombing of Dresden has been politically charged for decades. Now, a commission of historians has said the real total could be much lower than previously thought. But the debate likely won&#039;t go away. 

http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,581992,00.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>10-02-2008</p>
<p>How Many Died in the Bombing of Dresden?</p>
<p>By Frederick Taylor</p>
<p>The question of how many people died in the World War II Allied bombing of Dresden has been politically charged for decades. Now, a commission of historians has said the real total could be much lower than previously thought. But the debate likely won&#8217;t go away. </p>
<p><a href="http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,581992,00.html" rel="nofollow">http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,581992,00.html</a></p>
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		<title>Por: Ricardo Leal</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/o-sangue-de-dresden/comment-page-1/#comment-400</link>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 01:27:36 +0000</pubDate>
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		<description>1) Já que logo acima resvalei para a retórica, lembro agora que a retenção de GR pelos alemães resultou do rompimento de relações diplomáticas e durou o tempo necessário à deportação. Sobre ajuda a emigrantes, it´s all true e apenas o engrandece. 2) Curiosidade histórica: &quot;Slaughterhouse 5&quot; não pôde circular em alguns estados norte-americanos à época de sua publicação (1969!) http://www. rense. com / general 19 / flame.htm Dei uns espaços no endereço para não ficar preso em algum filtro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1) Já que logo acima resvalei para a retórica, lembro agora que a retenção de GR pelos alemães resultou do rompimento de relações diplomáticas e durou o tempo necessário à deportação. Sobre ajuda a emigrantes, it´s all true e apenas o engrandece. 2) Curiosidade histórica: &#8220;Slaughterhouse 5&#8243; não pôde circular em alguns estados norte-americanos à época de sua publicação (1969!) <a href="http://www" rel="nofollow">http://www</a>. rense. com / general 19 / flame.htm Dei uns espaços no endereço para não ficar preso em algum filtro.</p>
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		<title>Por: Ricardo Leal</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/o-sangue-de-dresden/comment-page-1/#comment-379</link>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 17:03:40 +0000</pubDate>
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		<description>É por aí, Daniela. Em ensaio de 1936, Elias Canetti observava  que a “tensão forte e assustadora sob a qual vivemos” quebrou o espelho que era antigamente o espanto, a perplexidade que nos permitia olhar para os fenômenos numa “superfície mais lisa e tranqüila”. E claro, inferência minha, escolher com alguma serenidade, nos planos individual e político. Despedaçado esse espelho, “no mais minúsculo estilhaço, já não se reflete apenas um fenômeno isolado: impiedosamente, este arrasta consigo o seu reverso”. Degradada em tempos de guerra e violência a comunicação e a confiança na ágora , ou por razões perversas ou pela desrazão paranóica a fala é empurrada para o registro do fragmentário e do antitético (com “t” no meio!); deixa de ser reflexiva. O espanto só não é então amortecido quando o olhar crítico enxerga por meio dele mais do que fenômenos singulares: “o que quer que você veja, e por menos que veja, transcende a si próprio a partir do momento em que é visto” (Canetti novamente). Quem não protege sua perplexidade fica entregue à urgência ao mesmo tempo real e enganosa das manchetes ou informações picotadas; um perigo se quem deixa de espantar-se tem poder de mando em alto grau. Que o digam as famílias debaixo dos bombardeiros. Escolhas dramáticas continuam a ser propostas, mas as diferenças e opções razoáveis – ie, aquelas passíveis de re-conhecimento dialogal – tornam-se cada vez mais fugidias. “Pouquinhas estrelas dando céu; a noite barrava bruta. Digo ao senhor: a noite é da morte? Nada pega significado, em certas horas.” (Riobaldo/Guimarães Rosa dixit, uns dez anos depois de Dresden; escrita de um gigante da literatura do século XX, que auxiliou muitos judeus na década de 40 e esteve quatro meses internado pelos nazistas em Baden-Baden). Aos que não gostam de GR, mas também aos que o admiram e à torcida em geral,  permito-me remeter ao belo sermão sobre a Sexta-Feira Santa in “Dogma e Anúncio”, de Ratzinger, crente no Dom do discernimento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É por aí, Daniela. Em ensaio de 1936, Elias Canetti observava  que a “tensão forte e assustadora sob a qual vivemos” quebrou o espelho que era antigamente o espanto, a perplexidade que nos permitia olhar para os fenômenos numa “superfície mais lisa e tranqüila”. E claro, inferência minha, escolher com alguma serenidade, nos planos individual e político. Despedaçado esse espelho, “no mais minúsculo estilhaço, já não se reflete apenas um fenômeno isolado: impiedosamente, este arrasta consigo o seu reverso”. Degradada em tempos de guerra e violência a comunicação e a confiança na ágora , ou por razões perversas ou pela desrazão paranóica a fala é empurrada para o registro do fragmentário e do antitético (com “t” no meio!); deixa de ser reflexiva. O espanto só não é então amortecido quando o olhar crítico enxerga por meio dele mais do que fenômenos singulares: “o que quer que você veja, e por menos que veja, transcende a si próprio a partir do momento em que é visto” (Canetti novamente). Quem não protege sua perplexidade fica entregue à urgência ao mesmo tempo real e enganosa das manchetes ou informações picotadas; um perigo se quem deixa de espantar-se tem poder de mando em alto grau. Que o digam as famílias debaixo dos bombardeiros. Escolhas dramáticas continuam a ser propostas, mas as diferenças e opções razoáveis – ie, aquelas passíveis de re-conhecimento dialogal – tornam-se cada vez mais fugidias. “Pouquinhas estrelas dando céu; a noite barrava bruta. Digo ao senhor: a noite é da morte? Nada pega significado, em certas horas.” (Riobaldo/Guimarães Rosa dixit, uns dez anos depois de Dresden; escrita de um gigante da literatura do século XX, que auxiliou muitos judeus na década de 40 e esteve quatro meses internado pelos nazistas em Baden-Baden). Aos que não gostam de GR, mas também aos que o admiram e à torcida em geral,  permito-me remeter ao belo sermão sobre a Sexta-Feira Santa in “Dogma e Anúncio”, de Ratzinger, crente no Dom do discernimento.</p>
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		<title>Por: Daniela</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/o-sangue-de-dresden/comment-page-1/#comment-375</link>
		<dc:creator>Daniela</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 15:13:40 +0000</pubDate>
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		<description>Como pode-se considerar necessário a &quot; Destruction of anything other than military objectives&quot; ? O desaparecimento de civis, mulheres, crianças, cidades, culturas, enfim vidas constituídas ao longo de séculos da história? Como dizia o folheto foi &quot; unintencional&quot;. Uma brutalidade sem querer!...Faz parte da guerra...nesse caso ainda, para mostrar que os americans tambem são durões.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como pode-se considerar necessário a &#8221; Destruction of anything other than military objectives&#8221; ? O desaparecimento de civis, mulheres, crianças, cidades, culturas, enfim vidas constituídas ao longo de séculos da história? Como dizia o folheto foi &#8221; unintencional&#8221;. Uma brutalidade sem querer!&#8230;Faz parte da guerra&#8230;nesse caso ainda, para mostrar que os americans tambem são durões.</p>
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		<title>Por: Vinícius de Oliveira</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/o-sangue-de-dresden/comment-page-1/#comment-370</link>
		<dc:creator>Vinícius de Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 01:55:35 +0000</pubDate>
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		<description>E quanto a Yroshima e Nagasaki? Era necessário?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E quanto a Yroshima e Nagasaki? Era necessário?</p>
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