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	<title>Comentários sobre: Whytube</title>
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	<description>Leituras interessantes e bases para a formação cultural</description>
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		<title>Por: Ricardo Leal</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/whytube/comment-page-1/#comment-1620</link>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 01:40:20 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Lemos,
quis achar um link de apoio, mas vai assim mesmo: 1) você foi na mosca sobre a generosa modernidade do WA, que certamente lhe garantirá longa sobrevida (como a do Saul Bellow de &quot;Herzog&quot;). Muito meados do século XX, isso de querer equilibrar, enquanto ecoava ainda o que foi a II Guerra, a) uma estética tendencialmente absolutizada de raiz nietzscheana (pessoalmente contorno o Heidegger  para não escorregar) e b) compaixão e humor judaicos e americanamente cristianizados. 2) Para ficar em exemplo quase aleatório, penso em NY como aparece em  &quot;Everyone says I love you&quot;; um modelo exportável até para Veneza e Paris, com saraus natalinos, canções de amor esponsal ao piano e flertes extra-conjugais ao som de muito do que há de melhor na música popular da Gringolândia. Algo assim como o protótipo de cidade/polis calcada naquele equilíbrio instável,  que corteja o colapso. 3) Nem por isso menos interessante e bela quando recriada nos filmes, inclusive no seu  alheamento consciente e explícito à sensibilidade das últimas décadas; e nem por isso menos, hm, existencialmente &quot;autêntica&quot; (tosse seca). 4) Não deve ser casual a relativa escassez de  Woody Allen no youtube. Ignoro se é possível ao cineasta coibir circulação de suas imagens por essa midia. Ainda que seja o caso, fica manifesta a sua ligação com tempos de relativização e de existencialismo &quot;humanista&quot; consideravelmente menos tolos que o da contemporaneidade,  em seu mainstream, de fato, afirmação inconsciente, trágica  e decadentemente  nietzscheana quase 100%(falo em decadência para remeter ao sentido que lhe dá o próprio Frederico; http://dailynietzsche.blogspot.com/2008/01/from-decadence-to-nihilism.html). 5) Ocultação do absurdo, sepulcros caiados, existências de olhos e egos bem fechados (grande Kubrick).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Lemos,<br />
quis achar um link de apoio, mas vai assim mesmo: 1) você foi na mosca sobre a generosa modernidade do WA, que certamente lhe garantirá longa sobrevida (como a do Saul Bellow de &#8220;Herzog&#8221;). Muito meados do século XX, isso de querer equilibrar, enquanto ecoava ainda o que foi a II Guerra, a) uma estética tendencialmente absolutizada de raiz nietzscheana (pessoalmente contorno o Heidegger  para não escorregar) e b) compaixão e humor judaicos e americanamente cristianizados. 2) Para ficar em exemplo quase aleatório, penso em NY como aparece em  &#8220;Everyone says I love you&#8221;; um modelo exportável até para Veneza e Paris, com saraus natalinos, canções de amor esponsal ao piano e flertes extra-conjugais ao som de muito do que há de melhor na música popular da Gringolândia. Algo assim como o protótipo de cidade/polis calcada naquele equilíbrio instável,  que corteja o colapso. 3) Nem por isso menos interessante e bela quando recriada nos filmes, inclusive no seu  alheamento consciente e explícito à sensibilidade das últimas décadas; e nem por isso menos, hm, existencialmente &#8220;autêntica&#8221; (tosse seca). 4) Não deve ser casual a relativa escassez de  Woody Allen no youtube. Ignoro se é possível ao cineasta coibir circulação de suas imagens por essa midia. Ainda que seja o caso, fica manifesta a sua ligação com tempos de relativização e de existencialismo &#8220;humanista&#8221; consideravelmente menos tolos que o da contemporaneidade,  em seu mainstream, de fato, afirmação inconsciente, trágica  e decadentemente  nietzscheana quase 100%(falo em decadência para remeter ao sentido que lhe dá o próprio Frederico; <a href="http://dailynietzsche.blogspot.com/2008/01/from-decadence-to-nihilism.html" rel="nofollow">http://dailynietzsche.blogspot.com/2008/01/from-decadence-to-nihilism.html</a>). 5) Ocultação do absurdo, sepulcros caiados, existências de olhos e egos bem fechados (grande Kubrick).</p>
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		<title>Por: Julio Lemos</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/whytube/comment-page-1/#comment-1600</link>
		<dc:creator>Julio Lemos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 11:10:04 +0000</pubDate>
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		<description>Giusto, meu caro. Homem vale para homens e mulheres, nao? Bem lembrado, de qualquer modo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Giusto, meu caro. Homem vale para homens e mulheres, nao? Bem lembrado, de qualquer modo!</p>
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		<title>Por: Gabriel Trigueiro</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/whytube/comment-page-1/#comment-1599</link>
		<dc:creator>Gabriel Trigueiro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 10:32:33 +0000</pubDate>
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		<description>Julio,

O texto está excelente, mas... em Crimes and Misdemeanors há um homem (Martin Landau) que quer matar uma mulher (Angelica Huston), e não um homem.

Grande abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Julio,</p>
<p>O texto está excelente, mas&#8230; em Crimes and Misdemeanors há um homem (Martin Landau) que quer matar uma mulher (Angelica Huston), e não um homem.</p>
<p>Grande abraço.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Odorico Leal</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/whytube/comment-page-1/#comment-1596</link>
		<dc:creator>Odorico Leal</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 18:56:44 +0000</pubDate>
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		<description>Poderia até deixar o respeito de lado. Mas que tal argumentos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Poderia até deixar o respeito de lado. Mas que tal argumentos?</p>
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		<title>Por: Bernardo Acevedo</title>
		<link>http://www.dicta.com.br/whytube/comment-page-1/#comment-1594</link>
		<dc:creator>Bernardo Acevedo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 17:02:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dicta.com.br/?p=524#comment-1594</guid>
		<description>Com todo respeito: nadaver.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Com todo respeito: nadaver.</p>
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