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Os economistas precisam de cérebros?

Arquivado em: Do lado de lá incluído por Luiz Felipe Amaral
Data do post: 30 de julho de 2008

No limite, as ciências econômicas lidam com algo pequeno: a ação humana, principalmente as escolhas que fazemos em ambientes de recursos escassos (dinheiro, tempo, etc). Das simples ações dos homens a teoria econômica obtém (ou pretende obter) variáveis diversas como os preços, as taxas de juros, o PIB, a taxa de criminalidade e o tamanho das famílias.

Entretanto, entender o comportamento humano não é tarefa fácil e esse é o principal motivo pelo qual a economia buscou sempre (ou quase, como veremos) focar-se apenas nas escolhas de fato dos agentes (as ditas preferências reveladas), ao invés dos mecanismos subjacentes a essas escolhas. 

Duas exceções a essa abordagem surgiram no século XX: a economia comportamental e a neuroeconomia. A primeira, dos anos 80, busca utilizar ferramentas da psicologia para elaborar modelos mais realistas do ponto de vista das ações econômicas; a segunda, surgida nos anos 90, usa a neurociência para entender o que está por trás da ação econômica. Na Economist, esse artigo detalha os meandros da neuroeconomia.


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Educated guesses

Arquivado em: Do lado de lá incluído por Luiz Felipe Amaral
Data do post: 9 de julho de 2008

Ao ter que chutar a resposta de uma pergunta, é razoável que se dê o melhor chute. Contudo, segundo artigo da Economist, pesquisadores descobiram que ao se chutar a resposta para a mesma pergunta duas vezes, a média entre os dois chutes é a resposta mais próxima da verdade. Isso pode significar simplesmente que a primeira hipótese não é válida, mas pode também trazer indícios de como a mente humana entende a realidade. 


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Entrevista com Dr. Victor Frankl

Arquivado em: Psicologia incluído por Joel Pinheiro
Data do post: 4 de julho de 2008

Esta é a segunda parte (de três) de uma entrevista dada pelo Dr. Victor Frankl, psicólogo austríaco, ao mesmo tempo sucessor de Freud e crítico de muitas posições do pai da psicanálise. Mesmo para leigos nessa ciência, como eu, fica a forte impressão de que ele captou alguns princípios essenciais do funcionamento da psique humana.

Este trecho, em especial, é particularmente marcante.


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