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Compre o Livro

Uma longa tarde de compras

Arquivado em: Geral incluído por Guilherme Malzoni Rabello
Data do post: 24 de fevereiro de 2010

Hoje tive uma longuíssima tarde de compras e não poderia deixar a dica passar. Até sexta-feira (26/02), a loja online da Oxford University Press oferece uma impressionante Winter Sale. Para vocês terem uma idéia, aí vão algumas das minhas aquisições:

- The Oxford Book of Essays – 706 págs. –  £3.37

- The Major Works – Alexander Pope – 768 págs. – £2.74

- The Poems of Catullus – 224 págs. – £1.74

- The Oxford Book of Comic Verse – 560 págs. – £2.62

Avoid Boring People – James D. Watson – 368 págs. – £3.74

Foi difícil, mas consegui chegar ao fim da tarde com 12 livros a mais e umas 90 libras a menos (nem tudo é tão barato). O envio para o Brasil custa £9.00, não importa quantos livros. Aproveitem!


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Qual é a religião do seu super-herói favorito?

Arquivado em: Geral incluído por Martim Vasques da Cunha
Data do post: 23 de fevereiro de 2010
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aqui você descobrirá que:

- Super-Homem é um metodista;

- Batman é uma mistura de episcopaliano com católico;

- Wolverine é budista;

- Elektra é ortodoxa grega.

E outras cousas mui interessantes.


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Música e moralidade, por Roger Scruton

Arquivado em: Geral, Música incluído por Joel Pinheiro
Data do post: 18 de fevereiro de 2010

Artigo de Roger Scruton sobre um de seus temas favoritos: a música. Fiquei feliz em vê-lo tratar da música pop (no sentido mais abrangente: tudo aquilo que não é erudito) com mais nuanças. Ela não compõe um bloco homogêneo que possa ser apenas aceito ou condenado como um todo; há distinções e análise dos diferentes efeitos e intenções de cada estilo. Não esperava vê-lo esboçar simpatia pelos Beatles e pelo Elvis!

Ainda assim, acho que outras considerações importantes não são feitas, por exemplo citar que nem toda música pop é feita para dançar. O que é, aliás, uma bom indagação: para quê servem, e como devem ser ouvidos (se é que há um modo próprio de cada tipo), os diferentes estilos de música popular?


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Back from other space

Arquivado em: Geral incluído por Martim Vasques da Cunha
Data do post: 19 de janeiro de 2010

É isso aí, começaremos o ano de 2010 com altas expectativas – já facilmente previstas nas últimas três semanas, com direito a empurrões contra o Papa, atentados fracassados nos EUA, a morte de Eric Rohmer, o plano de Direitos Humanos de Lula-lá, terremoto no Haiti, a hipocrisia política que vai acobertá-lo, enfim, como diria Alex Du Large, essa quel toda – com os seguintes links, que coloco obviamente para vossa edificação:

- Lembram-se que eu falei há alguns dias de entropia? Alguém pensou igualzinho a mim e explicou de forma magistral o que ocorre no mundo de hoje – especialmente quando se trata de política internacional.

- O melhor texto já escrito sobre a tragédia no Haiti. Cortesia, é claro, de Theodore Dalrymple.

- Você já viu Sherlock Holmes, de Guy Ritchie (conhecido também como o ex-Sr. Madonna)? Achei uma boa matinê – e Mr. Dalrymple também escreveu sobre o detetive de Baker Street em um de seus raros ensaios no qual elogia a cultura popular.

- Quer entender realmente o que foi o discurso que Barack Hussein Obama fez ao receber o Prêmio Nobel da Paz? Então leiam estes dois textos, sobre a influência de Reinhold Neibuhr no chamado “realismo” da guerra.

- Quer saber o que significa Obama para a História da Humanidade? Leia este instigante ensaio de James Ceaser para o blog Postmodern Conservative, um dos melhores lugares da Internet para se pensar e discutir idéias.

- Como será a Nova Ordem Mundial dentro de alguns anos? Patrick J. Deneen decifra para você este problema.

- Um texto instigante de Michael Weiss sobre como um bom historiador pode se transformar em um intelectual de quinta categoria quando resolve se meter com política e ideologias nocivas à saúde. No caso, o exemplo é ninguém menos que Tony Judt.

- A obsessão de Stanley Kubrick por banheiros.

Quer mais? Stay tuned!


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A estranha ordem e harmonia da natureza

Arquivado em: Geral incluído por Joel Pinheiro
Data do post: 29 de dezembro de 2009

Aqui, mais um daqueles artigos que tocam no interessante tema da proporção áurea, a razão que, por motivos ainda desconhecidos, mas sempre investigados, aparece tão freqüentemente na natureza, e é agradável aos sentidos humanos. Isso sem falar em suas também particulares propriedades matemáticas.

É por essas e outras que a mente humana, ao contemplar a ordem da natureza, é naturalmente levada a pensar numa inteligência que a tenha criado.


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As esperanças e os medos

Arquivado em: Geral incluído por Martim Vasques da Cunha
Data do post: 19 de dezembro de 2009

O little town of Bethlehem
How still we see thee lie
Above thy deep and dreamless sleep
The silent stars go by
Yet in thy dark streets shineth
The everlasting Light
The hopes and fears of all the years
Are met in thee tonight

Obviamente, cada vez que encontro com um amigo ou uma amiga de longa data, a pergunta que vem em primeiro lugar não é sobre o meu estado de saúde e sim sobre o que achei a respeito do novo álbum de Bob Dylan – aquele, repleto de canções natalinas.

Vou direto ao ponto: achei-o excelente. Confesso que estava apreensivo e que o bardo fanho (agora, mais rouco do que fanho) poderia ter lançado uma bomba musical, mas, depois da primeira audição, fiquei rendido e posso dizer sem nenhuma hesitação de que se trata de um disco comovente, de fazer chorar até quem está possuído pelo Christmas Blues.

Há pelo menos duas canções em que Dylan prova que, no meio de um percurso cheio de falhas, trata-se de um devoto sincero e humano. Elas são O Come All Your Faithfull, com direito a introdução recitada em latim, e O Little Town of Bethelhem, que fecha o álbum com um pungente amen. Quando Dylan canta o verso the hopes and dreams of all the years are met in thee tonight, você sabe que o homem já passou por aquilo várias vezes em sua longa vida.

O que me faz pensar se, neste mundo que recebe Cristo com uma reserva pós-moderna, eu talvez não tenha a mesma reserva e tenha deixado de lado mais a esperança do que as minhas dúvidas. Todo o crente chega a um momento que faz essa pergunta: Creio porque é verdade ou creio porque não há outra forma de crer? Quem não fez esse questionamento não passa de um eunuco espiritual. Claro que eu sei que, ao fazer tal afirmação, corro no pecado do orgulho, mas também não posso negar que, durante vários Natais, tive muito mais dúvidas do que propriamente certezas.

Então, por quê acredito? Porque não tem outro jeito, caros leitores – a partir do momento em que você revê todo o percurso de sua vida e percebe que, se fosse por suas próprias forças, não haveria a mínima chance de ficar vivo, começa-se a perceber que há algo a mais; e este algo a mais não é somente um sinal algébrico de soma e que parece ser igual a uma cruz, mas também uma pessoa que, no meio de seu silêncio, conversa contigo e responde às suas dúvidas mais profundas. E é isto o que significa o “não há outro jeito”: mais cedo ou mais tarde, essa pessoa vai cobrar o que você fez deste relacionamento. Ele pode ter toda a paciência e todo o carinho do mundo, mas, ah, meu amigo, um dia você prestará contas disso, não tenha dúvidas.

Quem se recusa a estar sob a presença constante de Deus, mesmo que seja o mais inveterado dos pecadores – e Cristo veio para os doentes, não para os supostamente sãos – amputa uma perspectiva da vida que tira o seu sabor – enfim, tira o seu sal. Um dia desses, um taxista comentou comigo que, na decoração de Natal dos shoppings, não há mais presépios. É a mais pura verdade: temos uma enormidade de papais-noéis, mas esquecemos do menino, da mãe e do pai. Posso ver nisso o declínio do Ocidente – contudo, acho que é um fato mais grave: é simplesmente a morte da esperança em nós mesmos. E quando a esperança nos abandona, o que fazer? Vivemos no mais absoluto dos medos.

Por isso, neste Natal, vou fazer um balanço dos meus medos e das minhas esperanças, das minhas certezas e das minhas dúvidas. Não sei se será favorável. Mas, com certeza, sei que, na hora de fazer as minhas perguntas, alguém saberá como respondê-las.

Um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo para os leitores da Dicta, lembrando que este que vos escreve cumprirá o ritual do Christmas Blues e until is January I just go off and dissapear, com volta marcada para o próximo dia 20 de janeiro.


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Lançamento – Uma Dicta por uma cerveja

Arquivado em: Geral incluído por dicta
Data do post: 8 de dezembro de 2009

Como já dissemos, desta vez decidimos comemorar o lançamento da Dicta 4. E nenhuma comemoração é completa sem uma boa cerveja. Por isso, já está tudo pronto para essa quarta-feira: COMPRE UMA DICTA E GANHE UMA CERVEJA.

É isso mesmo, o politicamente correto nunca teve vez por aqui! Então esperamos vocês mais tarde com muitas Dictas, muita cerveja e muita conversa. Até lá!


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Dicta 4 – Índice

Arquivado em: Geral incluído por dicta
Data do post: 6 de dezembro de 2009
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Caros leitores: para que já possam – em adição ao post anterior – ter uma idéia melhor de como está a Dicta&Contradicta em seu quarto número, publicamos, a três dias do lançamento, o seu índice. Stay tuned!, e sintam-se reiteradamente convidados para o lançamento (dia 09, em São Paulo).

Índice

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Dicta&Contradicta 4 – Ricercar

Arquivado em: Geral incluído por dicta
Data do post: 3 de dezembro de 2009

Hoje seria o dia em que normalmente publicaríamos o índice do próximo número da Dicta. Mas faremos diferente. Tudo porque um dos editores resolveu improvisar e saiu-se com um texto no qual consegue mencionar todos os textos da revista. O resultado é divertido e foi em partes utilizado em nosso editorial, que também será publicado aqui antes do lançamento. Divirtam-se!

***

O que o leitor tem nas mãos é uma revista de peso. Se intelectual ou não é coisa que lhe cabe decidir. Nada de metáforas: é peso físico mesmo. A quarta edição da Dicta, com suas 282 páginas, sai do prelo maior que a terceira, que saiu maior que a segunda, que saiu maior que a primeira. O que nos permite prever, com razoável grau de certeza, que lá pela décima publicação será entregue às livrarias em três tomos de 457 páginas cada, in-fólio e capa dura. Esperemos que não. Mas não é culpa nossa; a criança está crescendo sozinha e tem sido difícil conter o entusiasmo de nossos colaboradores por dar algum peso – agora sim – intelectual ao debate cultural brasileiro. Sem mais, vamos a eles.

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Lançamento Dicta 4

Arquivado em: Geral incluído por dicta
Data do post: 2 de dezembro de 2009

É isso aí, pessoal: todos que estiverem em São Paulo estão convidadíssimos para o lançamento da Dicta 4. Dessa vez resolvemos fazer uma coisa diferente e de fato comemorar o lançamento. Esperamos vocês na próxima quarta com muitas Dictas e muitas Guinness. Nos vemos lá…


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