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Jogos de príncipes, jogos de vilões

Filed under: Artes plásticas incluído por Joel Pinheiro
Data do post: 4 de outubro de 2009
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Domingo é dia de descanso, dia lúdico. Que tal aproveitá-lo numa exposição que une arte e história? Pois essa é sua chance de fazê-lo sem sair do computador. A Biblioteca Nacional da França hospeda algumas exposições virtuais. Uma delas, divertida e educativa, é sobre os jogos (de cartas, de tabuleiro, de dados) ao longo da história.

Funciona assim: entrem no link abaixo, que já é a página da exposição. A cada página, vocês verão diversas imagens históricas (da Antigüidade ao século XVIII) com um texto explicativo geral ao lado. Se clicar na imagem, ela é ampliada e um texto específico sobre ela é mostrado. Vá passando de página em página (por meio da seta no canto inferior direito) por todas as três seções da exposição: “A face negra do jogo”, “o prazer do jogo” e a “sociedade lúdica”.

Há algumas figuras que são verdadeiramente graciosas, como esta.

A exposição começa aqui. Como é de se esperar num site francês, o texto é em francês. Quem não souber o idioma não se desestimule! É perfeitamente possível apreciá-la só pelas imagens.


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Exposição imperdível da arte medieval…. bem longe daqui

Filed under: Artes plásticas incluído por Joel Pinheiro
Data do post: 24 de junho de 2009

Que bela nova exposição no Metropolitan de Nova Iorque: 50 desenhos da Idade Média feitos por monges ao longo de 5 séculos. E não é que eles sabiam desenhar? Para aqueles que, como eu, não têm conexão direta e imediata para a grande maçã, há um pequeno slide-show com alguns dos desenhos da exposição – quem não tem dinheiro para comprar o produto, que se satisfaça com a amostra grátis!


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Sobre os urinóis

Filed under: Artes plásticas,Filosofia incluído por Julio Lemos
Data do post: 3 de novembro de 2008

Se qualquer coisa pode ser tida como arte – e é essa a provocação lançada por Duchamp no século passado -, então não há mais qualquer base para o julgamento estético. Esse argumento, diz Roger Scruton, costuma ser imediatamente aceito porque “parece emancipar as pessoas do fardo da cultura, dizendo-lhes que todas aquelas veneráveis obras primas podem ser ignoradas impunemente”.

Tente ler impunemente Art, Beauty, and Judgement


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Arte Bizantina

Filed under: Artes plásticas,História incluído por Joel Pinheiro
Data do post: 23 de outubro de 2008

A maioria de nós não terá a oportunidade de ver, ao vivo, a exposição de arte bizantina na Royal Academy of Arts em Londres. Também não são muitos os que irão a Constantinopla.

Ainda bem que algumas imagens foram disponibilizadas online, bem como o texto de apresentação do curador da exposição, que corrige algumas percepções erradas sobre o período que estão conosco desde, pelo menos, os historiadores iluministas.


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Arte, espanto e admiração

Filed under: Artes plásticas incluído por Joel Pinheiro
Data do post: 8 de setembro de 2008

O sentido da arte passa por uma crise. Para que serve a arte, se é que tem finalidade? Aproximar-nos da Idéia Universal do Belo certamente não é o que move a maioria dos artistas. Tampouco é a crítica social e econômica de algumas gerações atrás.

Por um lado, a completa ausência de um acordo sobre o que é a arte e qual o seu significado tem produzido muitas obras (obra? Conceito ultrapassado, carrega ainda a velha idéia da unidade metafísica e permanência temporal – a produção atual é marcada antes pela intervenção!) de valor artístico, no mínimo, questionável.

Por outro, esse caos de opiniões tem o potencial de gerar novas idéias, e resgatar outras há muito esquecidas. Nesse caso, o que tem sido recuperado são o espanto e a admiração que os grandes monumentos da Antiguidade produzem em quem os vê, e que nos despertam para o inesperado e o maravilhoso de toda a realidade. Uma aranha gigante passeando por um prédio do centro da cidade pode não ser das criações mais sutis da imaginação humana; mas gera um interesse imediato.

Digam os críticos o que quiserem, o fato é que, quando nossa civilização tiver desaparecido e for estudada pelos arqueólogos do futuro, é por essas obras que eles começarão.


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